Reviews de games modernos: RED DEAD REDEMPTION (Xbox 360)

Se você tem um Xbox 360 ou Playstation 3, não há na atualidade um game mais imperdível, recomendável e necessário do que Red Dead Redemption! Eu sei que alguns apressados vão pensar algo como “ah, é só mais um GTA, só que agora no Velho Oeste”, mas pode acreditar que esse game é bem mais do que isso. Eu, particularmente, não me divertia (e viciava) tanto num jogo da Rockstar desde o lendário GTA – Vice City de 2002.

Red Dead Redemption se passa no ano de 1911, e o jogador encarna o pistoleiro John Marston. Outrora um assaltante e membro de um bando criminoso, agora Marston foi cooptado pelo governo para caçar um perigoso bandido chamado Bill Williamson, antigo amigo de Marston. Sem muita escolha (agentes do governo sequestram a esposa e o filho dele), nosso herói viaja para o território de New Austin e confronta Williamson, mas é baleado e deixado para morrer em frente ao forte onde o bandido está encastelado com sua gangue. Marston então é salvo por uma fazendeira chamada Bonnie MacFarlane, e é aí que o jogo começa.

Chamar Red Dead Redemption de “cinematográfico” é quase desmerecê-lo, pois já faz tempo que não vejo um filmão hollywoodiano de ação/aventura com tanta atmosfera, ambientação e trama como se vê nesse jogo. Os gráficos, então, são de babar! É de aquecer o coração de uma criança velha que cresceu jogando Atari, como o autor dessas linhas. A qualidade visual beira o realismo fotográfico, é de sair cavalgando só pra admirar o cenário mesmo. Que me desculpem os fãs de GTA IV, mas Red Dead Redemption dá de relho! E isso pra não falar da enormidade inacreditável do cenário de jogo. Simplesmente não dá pra entender como é que você anda e anda e anda por imensidões territoriais aparentemente infindáveis sem que o videogame pare sequer por um segundo para fazer um “loading”, ainda que mínimo. Se o jogo fosse um pouco mais imersivo, eu já teria me mudado pra dentro dele de mala e cuia!

O único “problema” – comum dos jogos atuais – é a enormidade do jogo. Se você não tem mais nada pra fazer da vida e pode jogar oito horas diárias, isso não chega a ser um problema. Mas, para um jogador de fim de semana como eu, a extensa campanha single player é um bocado intimidadora. Para você ter uma ideia, já joguei quase dez horas e completei pouco mais de 20% do jogo. Portanto, como eu pretendo chegar ao final dele, posso ter certeza de que muitas horas de cavalgadas e tiroteios ainda me aguardam.

Ah, no momento estou morando num quarto alugado em cima do saloon da cidade de Armadillo, a poucos metros dos bêbados e prostitutas do lugar. Quer coisa mais legal do que isso?

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Um pensamento sobre “Reviews de games modernos: RED DEAD REDEMPTION (Xbox 360)

  1. Cara, parabéns pela nova seção do site. Apesar de ser mais ligado em coisas antigas, tem muitos games mais atuais que merecem respeito. Tem dois títulos em especial que eu gostaria muito de ver resenhados aqui no site: São o ICO e o Shadow of The Colossus, do Playstation 2.
    Estes jogos tem alguma coisa, uma aura, sei lá, que me remete a clássicos dos anos 90 como Out of This World, Prince of Persia e Flashback. Talvez por trazerem aquele misto de aventura, ação, solução de puzzles, tomadas cinematográficas, etc.
    Eram títulos que eu jogava e rejogava a exaustão. Fica aí dica. Abraço.

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